Não importa o quanto sua vida de solteira é maravilhosa. Você tem amigos incríveis, vê o dia nascer de óculos escuros e não tem que dar satisfação para ninguém quando fica de madrugada dançando e se divertindo por aí. Certo? Mais ou menos. Eu sou uma pessoa de humor alternante. Adoro não ter compromisso com ninguém, mas às vezes acho essa vida sem dia-seguinte um tanto quanto vazia. Talvez essa vida que levamos seja uma busca por alguém que nos faça sentir borboletas no estômago. Talvez não. Talvez a gente goste mesmo é de noites loucas, capuccinos tristes e pistas falsas. Talvez a gente esteja sozinha por opção. No meu caso, acho que nenhuma das alternativas é correta. Meu coração saiu de férias. Foi dar uma volta para se recuperar e ainda não voltou. Engraçado como as coisas são. Você tem certeza que está pronta para outra. Mas quando um olhar lindo te tira do prumo, você percebe que precisa de muito mais que um olhar lindo. Você precisa de você de volta. Inteira. Porque se dar em pedacinhos para alguém não é bom. Eu não acho. Não gosto de migalhas. Não gosto de metades. Não gosto também de quem se satisfaça com pouco. Nada é muito quando o mundo é meu. Lembra? Por isso eu continuo assim: me conhecendo, me procurando, me querendo. Não me entendam mal. Não sou narcisista, nem tenho um caso perdido de amor-próprio. Muito pelo contrário. Aquele clichê "você precisa se amar para amar alguém" cabe muito bem aqui. Quando o coração estiver pronto de novo, eu aviso. E coloco numa bandeja para quem pagar o preço.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Não importa o quanto sua vida de solteira é maravilhosa. Você tem amigos incríveis, vê o dia nascer de óculos escuros e não tem que dar satisfação para ninguém quando fica de madrugada dançando e se divertindo por aí. Certo? Mais ou menos. Eu sou uma pessoa de humor alternante. Adoro não ter compromisso com ninguém, mas às vezes acho essa vida sem dia-seguinte um tanto quanto vazia. Talvez essa vida que levamos seja uma busca por alguém que nos faça sentir borboletas no estômago. Talvez não. Talvez a gente goste mesmo é de noites loucas, capuccinos tristes e pistas falsas. Talvez a gente esteja sozinha por opção. No meu caso, acho que nenhuma das alternativas é correta. Meu coração saiu de férias. Foi dar uma volta para se recuperar e ainda não voltou. Engraçado como as coisas são. Você tem certeza que está pronta para outra. Mas quando um olhar lindo te tira do prumo, você percebe que precisa de muito mais que um olhar lindo. Você precisa de você de volta. Inteira. Porque se dar em pedacinhos para alguém não é bom. Eu não acho. Não gosto de migalhas. Não gosto de metades. Não gosto também de quem se satisfaça com pouco. Nada é muito quando o mundo é meu. Lembra? Por isso eu continuo assim: me conhecendo, me procurando, me querendo. Não me entendam mal. Não sou narcisista, nem tenho um caso perdido de amor-próprio. Muito pelo contrário. Aquele clichê "você precisa se amar para amar alguém" cabe muito bem aqui. Quando o coração estiver pronto de novo, eu aviso. E coloco numa bandeja para quem pagar o preço.
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