
E No meu dia sem cor, aparece você. Me come o verbo. Me rouba a palavra. Me deixa muda.
Te convido, então, a conhecer meu silêncio. Te desafio na tarefa inexata de se aventurar além do que sei.
Não sei se tudo isso foi destino, porque tambem não sei se acredito nessa coisa de destino. mas se foi destino ou não. Não importa. O que importa é que eu acredito. Não no destino. Mas em nós!
( E você, acredita? )
Nenhum comentário:
Postar um comentário